Recebi da minha amiga Tássia esse texto em torno das discussões sobre a lingua pátria e de uma vida melhor. Divirtam-se
Meu assunto deste final de semana é uma polêmica meio passada: o português correto.
Eu sou uma aprendiz do Zé da Luz, um maravilhoso poeta de cordel nordestino, que quando disseram pra ele que prá falar de amor precisava de um português correto, ele fez um lindo poema, chamado o Ai Se Sesse, gravado pelos meus conterrâneos do Cordel do Fogo Encantado, em que ele diz tudo o que precisa, comunica-se maravilhosamente, mas sem usar a língua culta.
Quem é aprendiz desta escola só podia olhar com estranhamento o escarcéu feito em torno do livro "Por uma Vida Melhor", lançado pelo MEC para alunos do curso de Educação de Jovens e Adultos (aqueles que aprenderam a falar, a se comunicar com um mundo e a a ajudar a construir o mundo com o seu trabalho, antes de aprender a norma culta). Por estranhar o escarcéu pesquisei sobre o tema e organizei os pensamentos com o que dizem especialistas sobre o tema.
Mas minha pesquisa ficou guardada até receber um texto divertidíssimo, que acho vai arrancar boas risadas de vocês, porque seguindo a língua culta, se faz uma comunicação totalmente errada, ou no mínimo dúbia. São textos de Avisos de paróquias, afixados na entrada de igrejas, onde se encontra erros graves de escrita e linguagem, não porque erram na concordância, mas porque – diferentemente do Zé da Luz - expressam desacordo entre a mensagem e a intenção. Isso é comum, e bem mais complicado do que um livro didático em que se dialoga sobre o que a língua culta classifica como erro de concordância. Mas para um email de Bom Final de Semana, ele é bem divertido.
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