segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Em Gravatá, Festival Pernambuco Meu País encerra programação com noite eclética de shows: tradição, rock, reggae, rap e MPB no mesmo palco









Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarp.

Neste domingo (24), o palco Pernambuco Meu País contou com apresentações da Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Chico Chico, Lenine, Biquini e Marcelo Falcão, surpreendendo o público_


A programação do palco Pernambuco Meu País chegou ao fim em grande estilo neste domingo (24), no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, no coração de Gravatá. Com uma sequência eclética de shows, a terceira e última noite surpreendeu o público ao reunir, em um mesmo polo, expressões da tradição popular, experimentações da MPB, a energia do rock, o balanço do reggae e a força do rap, encerrando com intensidade a passagem do festival pelo quinto município-sede desta edição.


A abertura ficou por conta da Família Salustiano e a Rabeca Encantada, que trouxe a cultura popular pernambucana para o palco. Ciranda, maracatu, cavalo-marinho e outras manifestações culturais ecoaram sob o comando dos filhos do Mestre Salustiano – um dos homenageados desta edição do festival – em uma apresentação que uniu música, dança e ancestralidade.


Em seguida, o cantor Chico Chico deu início ao seu show com “Toada”, faixa que mistura referências do rock com ritmos nordestinos e homenageia o folclore maranhense, evocando a festa do Bumba Meu Boi. A sequência com “O Tempo Nunca Mais Firmou” e outras composições de sonoridade experimental reafirmou sua identidade própria e criativa. O público, já aquecido, acompanhou o show, por diversas vezes, em coro.


O clima de celebração se intensificou com a chegada do pernambucano Lenine, que fez Gravatá cantar junto clássicos como “Hoje Eu Quero Sair Só”, além de emocionar com “Certas Coisas” e surpreender ao apresentar uma versão da canção “Eu Só Quero Um Xodó”, de Dominguinhos. Um dos pontos altos foi a participação especial de Chico Chico, que voltou ao palco para cantar “Candeeiro Encantado” em uma performance embalada pela bandeira de Pernambuco pendurada no fundo do palco. A noite seguiu com hits como “Jack Soul Brasileiro” e terminou com a marcante “Paciência”.


A noite seguiu com a energia do Biquini, que trouxe o espírito do rock brasileiro dos anos 80. A banda interagiu com a plateia e desceu do palco para cantar no meio do público, visivelmente formado por um encontro comovente de gerações. O repertório recheado de sucessos atemporais incendiou o público.


"Pernambuco tem uma presença marcante na nossa história. Percebemos isso pela quantidade de fã-clubes e pela força das bandeiras pernambucanas que encontramos por todo o Brasil, o que é algo muito bonito para nós. Quando nos dizem que vamos tocar aqui, já sorrimos, pois sabemos que estamos indo para um lugar que nos acolhe e nos abraça", destacou Bruno Gouveia, vocalista da banda, em coletiva. 


Marcelo Falcão foi o responsável por fechar a noite, com um show potente, que mesclou rock, reggae e rap. Antes mesmo de subir ao palco, o DJ Negralha preparou o terreno com beats poderosos. Falcão surgiu puxando o público para cantar “Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)” e seguiu com uma sequência de sucessos como “Quando Você Olhar Pra Mim” e “Pescador de Ilusões”, ambos acompanhados em coro pela plateia.


O repertório ainda teve espaço para a música tradicional brasileira, com uma versão emocionante de “Súplica Cearense”, composta por Gordurinha e Nelinho, mas eternizada na voz de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Falcão também celebrou os encontros da música brasileira com uma versão surpreendente de “Oh! Chuva”, do Falamansa, e agitou o público com “Pesadão”, faixa em parceria com a cantora IZA, que se apresentará no último fim de semana do festival, em Caruaru. Um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem ao amigo Chorão, do Charlie Brown Jr, com sucessos como “Só os Loucos Sabem” e “Zóio de Lula”, acompanhados de imagens documentais no telão. O encerramento veio com “Rodo Cotidiano” e “Anjos (Pra quem tem fé)”, coroando uma noite histórica.


Nesta semana, o Festival Pernambuco Meu País segue para a sua próxima parada, no sexto município-sede, Arcoverde, e se integra ao Festival do Frio do Vitorino, em Riacho das Almas. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o @festivalpernambucomeupais, e no @culturape.


*Sobre o Festival Pernambuco Meu País*


O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.


*Assessoria de Comunicação*

Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE)

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Victor Lacerda | +55 81 99652-0239

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