ARCOVERDE E REGIÃO

Mais anotações sobre o histórico de Arcoverde

Por: Pedro Salviano Filho
(Coluna Histórias da Região - Edição de Julho/Agosto de 2013 - Jornal de Arcoverde)



Arcoverde em 1956 – Foto de Tibor Jablonsky e Walter Egler

Um dos fundadores de Arcoverde foi Leonardo Pacheco Couto. Ele doou terreno e também construiu a primeira igrejinha do então arruado Olho d´Água (depois Olho d´Água dos Bredos, Rio Branco e depois Arcoverde). E no mesmo local onde hoje está a matriz N.S. do Livramento. Em «Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos», 1978, volume 3, pág. 911, Luis Wilson cita: «O capitão Leonardo Pacheco Couto, fundador em ´Rio Branco´da fazenda Santa Rita, em volta de cuja capelinha (edificada a 7 ou 8 quilômetros da casa grande da antiga propriedade), constituiu-se a vilazinha ... casou, todavia, com D. Ana Antônia Cordeiro do Rego, de família das imediações da Serra das Varas, contraforte da lendária Ararobá, como a Serra do Gavião, a do Jardim e outras, onde viviam os paratiós (índios da tribo tapuia).»


Mas quando casou Leonardo Couto? Transcrevendo para uma planilha o primeiro livro de matrimônios (1816 a 1829) da igreja N. S. das Montanhas, de Cimbres, eu encontrei a resposta: ele se casou em 24 de novembro de 1818. Ele era filho de Duarte Pereira e Francisca da Piedade e ela de Duarte de Benevides Cordeiro e Antonia Maria. Coloquei este registro e todos os demais do mencionado livro disponíveis para pesquisa (fazer download) em http://bit.ly/1fui8ae. No citado livro de Luís Wilson, pág. 912, há a informação que Ana Antônia Cordeiro do Rego faleceu em 25 de dezembro de 1863 e Leonardo Pacheco Couto em 12 de junho de 1870, aos 89 ou 90 anos de idade.


Como era a vida dos padres naquele início de século 19, justo quando a “Olho d´Água” se iniciava? Recorremos às informações do português de origem inglesa Henry Koster: “Viagens ao nordeste do Brasil. Henry Koster. Recife, 1978. Pág. 105":


«Ouvi falar num hábito curioso que existe nessas regiões onde as moradas são tão afastadas umas das outras. Certos padres obtêm licença do Bispo de Pernambuco e viajam nesses lugares com um altar portátil, construído para esse fim, conduzido por um cavalo, assim como todos os objetos para as missas. Esse é dirigido por rapaz que ajuda às missas, e noutro animal vem o padre e sua pequena bagagem. Esses padres, no curso de um ano, ganham de 150 a 200 libras, renda considerável para Brasil, mas dificilmente conseguida se pensarmos nos sofrimentos e provações que foram obrigados a suportar. Eles param, erguem o altar onde existe um certo número de pessoas que podem pagar para ouvir a missa. E dita mais das vezes por três ou quatro shillings, mas quando há um homem rico que tem o orgulho de possuir um sacerdote, ou é muito devoto, dá oito ou dez mil réis, duas ou três libras, e há quem chegue a pagar cem mil réis para ouvir uma missa, mas é raro. Presenteiam, às vezes, com um boi, um ou dois cavalos. Esses padres têm sua missão no Mundo. Se essa tradição não existisse todo culto era impossível para os habitantes de muitos distritos, ou bem, eles não poderiam assistir a um serviço religioso senão uma ou duas vezes por ano porque é muito para lembrar que algumas partes ficam a vinte e trinta léguas da igreja mais próxima, e nessas paragens em que não há lei nem religião real e racional, alguma cousa é melhor que cousa alguma. Seus batizados e casamentos guardam o ritual religioso e preservam do desaparecimento total as regras estabelecidas na sociedade civilizada. É o liame que prende todo esse povo e o sustenta, no fio das ideias recebidas, juntos às populações maiores de outros distritos.»


Procurando acrescentar mais informações documentais ao histórico da nossa região, apresentamos um relatório de missionários sobre Santas Missões realizadas em 1906 na região, quase 100 anos após as primeiras habitações surgirem no nosso município. Além de revelações curiosas, pode-se observar que a ideia de se renomear “Olho d´Água dos Bredos” para “Cardeal Arcoverde” passou a existir apenas meio ano depois de D. Joaquim assumir o importantíssimo posto de cardeal. Foi mantida a escrita da época nesta transcrição.


A PROVINCIA. N. 188, de 19-08-1906. Santas missões


Escrevem-nos de Olho d´Agua dos Bredos:


«Sempre victoriosos na causa santa do bem, os abnegados capuchinhos frei Gaudioso e frei Daniel, guiados pelo anjo do Senhor, vão deixando por onde missionam, inumeros beneficios e, ardentes de fé, vão esálhando profusamente as palavras do Evangelho, à semelhança de benefico rocio; e vemo-los, conquistando, esses beneficos filhos de S. Francisco, hontem em Agoas Bellas, depois em Buique, S. Domingos, em Pedra e hoje em Olho d´Agua dos Bredos, novos e mais virentes louros e maiores e mais abundantes fructos na messe do Senhor.


No dia 22 do corrente, às 5 horas da tarde, chegaram nesta povoação os queridos filhos de Assis, acompanhados por mais de 200 cavalleiros do municipio da Pedra, que vinham aqui fazer as ultimas despedidas aos revdms. missionarios que souberam durante o curto espaço de tempo que lá estiveram fazer verdadeiros amigos.


Grande numero de pessoas estava a um kilometro mais ou menos, antes deste povoado, aguardando ancioso a vinda dos levitas do Senhor, que foram conduzidos no meio de acclamações até a casa que estava preparada para os hospedar, falando o apear-se o revem. frei Gaudioso.


A rua principal do povoado estava, bem como o acaminho, cheia de arcos triumphaes, poeticamente confeccionados com verdes folhas de palmeiras.


Na mesma noute da chegada, na elegante capella do logar assomou à tribuna o verboso orador frei Gaudioso e declarou aberta a missão, dizendo quaes os fins a que vieram alli, e cheio de reconhecimento fez ainda elogiosas referências aos habitantes do municipio da Pedra e mais uma vez agradeceu a estima, apreço, consideração e carinho que lhes dispensaram, e finalmente, com palavras repassadas de tristeza e de dor, lamentou o estado de abandono e falta de zelo que se nota na bonita e elegante capella da povoação, incitando os habitantes do logar a não desmentirem o zelo e fervor religiosos de seus antepassados.


Do dia 23 a 29 do corrente os infatigaveis missionarios entregaram-se aos seus arduos ministérios; pela manhã pregava o frei Daniel, à noite frei Gaudioso.


As palavras dps levitas do Senhor tiveram o dom de convencer grande multidão, que attenta os ouvia, colhendo o proveito das predicas e guardando-as em seus corações qual santo alimento do espirito.


O tribunal da regeneração, a santa confissão, foi procurado por centenas de pessoas, desde o alvorecer do dia até muitas vezes mais de meia noite, e os cultivadores da vinha sagrada ouviam os penitentes.


O pão da vida, a hostia sacrosanta foi distribuido com fructo a muitos dos que se achavam dignamente preparados.


Confessaram-se mais de 1900 pessoas e receberam em seus corações a Nosso Senhor Jesus Christo mais de 1000.


Apezar de, nas ultimas missões da Pedra e no Buique, muitas pessoas deste lugar terem se casado, os reverendos capuchinhos ainda efectuaram 20 casamentos, sendo a quasi totalidade entre amancebados.


A palavra santa do Evangelho não cahio deste povoado entre sarças e espinhos, nem sobre pedras, mas directa tocava os corações dos que tiveram a ventura de ouvi-la e logo germinaram e produziram abundantes fructos; além dos muitos amaziado que legitimaram suas uniões, outros houve que, tocados da graça de Jesus e das sublimes palavras dos filhos de Assis, deixaram o caminho torpe do vicio, da libertinagem e da devassidão e tornaram-se catholicos e homens de bem.


Em oito dias de missão os missionarios contruiram e edificaram o cemiterio deste povoado, caiou-se, limpou-se a igreja que causa-nos pena dizer... estava muito suja!


No dia 29, ultimo dia da missão, houve benção solemne do cemiterio e do cruzeiro que lá foi erigido, falando no momento o talentoso frei Gaudioso; à tarde houve o encerramento, precedido da tradicional procissão de triumpho, sahindo em ricos andores as imagens do Crucificado, Nossa Senhora do Livramento, padroeira do logar e Nossa Senhora do Bom Conselho.


Empolgante, bello era o espetaculo que se desenvolvia a nossos olhos ao vermos milhares de pessoas conduzindo, todas, bandeirinhas de várias côres, com as iniciais N.S.L., e com os corações repletos de goso e de satisfação entoarem ao Senhor dos Exercitos hymnos e canticos após a benção do Santissimo Sacramento.


Recolhida a procissão, realizada com a maior devoção, e agglomerado o povo na latada, assomou à tribuna o ilustre orador sagrado frei Gaudioso e num arroubo de eloquencia despediu-se do povo, invocando sobre todos as bençãos de Deus para que perserverassem na virtude até o fim da vida, para merecerem a gloria na bemaventurança eterna, seguindo-se após à pratica a benção papal.


Lagrimas de verdadeiras saudades derramou o povo reconhecido.


Em homenagem ao 1o. cardeal brasileiro, d. Joaquim Arco-Verde, natural deste povoado, os missionarios, de accordo com o povo, mudaram-lhe a denominação: Cardeal Arco-Verde chamar-se-á do hoje em diante esta povoação, e esperamos que os poderes legaes sanccionarão essa homenagem justa e expontanea do povo, autorisando por lei esta nova denominação.


Pelas 4 horas mais ou menos partiram os missionarios para a villa da Pedra, sendo acompanhados por muitos cavalleiros; momentos antes falou em nome do povo, com phases inspiradas, o inteligente accademico Walfrido Freire, que agradeceu o beneficio prestado ao logar pelos caridosos filhos de S. Francisco.


Tres kilometros antes de chegarem a Pedra veio ao encontro dos reverendissimos padres o reverendo vigario José Ribeiro e grande numero de cavalleiros, sendo recebidos ao entrar na villa, ao estrugir dos foguetes e ao som da banda musical da Pedra, por centenas de pessoas, que victoriavam e saudavam os missionarios.


Muito serviço prestaram, auxiliando os missionarios, o reverendissimo padre Rolim, nosso virtuoso vigario e padre José Ribeiro, vigario da Pedra.


Resta-nos somente invocar sobre os santos Ungidos do Senhor as graças e as bençãos de Deus, a quem tambem rendemos mil graças pelos abundantes beneficios que nos concedeu por intermedio destas missões e que nos conceda a graça de continuarmos até o fim, proferindo mil vezes morrer a sahirmos fora das santas leis de Jesus e de sua Mãe Santissima, a sempre Virgem Maria.


Cardeal Arco-Verde, 30 de julho de 1906.»

Retratando Arcoverde

Pedro Salviano Filho
(Coluna Histórias da Região - Edição de Setembro/Outubro de 2013 - Jornal de Arcoverde)


Certamente a fotografia é uma das ferramentas mais importantes para a comunicação. É um meio de expressão realista que permite contar a história, registrar a memória. Dada a sua importância, pode-se notar que, muitas vezes, ela é maltratada. Ainda não atingimos uma cultura visual e nem parece que valorizamos o ensinamento do filósofo chinês Confúcio: «Uma imagem vale mais que mil palavras». Onde estão depositados os acervos fotográficos da nossa região?
No que pese o empenho de abnegados arcoverdenses em resgatar imagens da nossa cidade, especialmente através de publicações de livros históricos, muito se pode fazer para a preservação de flashes da nossa história que, com o passar do tempo, vão se perdendo pelos anos.
Mas, quando começaram a ser realizados os registros fotográficos no Brasil? O livro «Hercule Florence: a descoberta isolada da fotografia no Brasil» de Boris Kossoy, http://goo.gl/5THnte , nos dá interessantes informações sobre o pioneiro da fotografia no Brasil. Basicamente os retratos brasileiros começaram a ser realizados a partir de 1840 (com o daguerreótipo, em 16 de janeiro, com Louis Compte. Dom Pedro II tornou-se um grande entusiasta da daguerreotipia e, antes mesmo de completar 15 anos de idade, começou a fotografar e colecionar fotografias - http://goo.gl/SPQSar ). Com a divulgação da fotografia, muitos fotógrafos passaram a se estabelecer em várias capitais, inclusive no Recife.
Recentemente uma parte do acervo do jornal Diário de Pernambuco (de 1825 a 1873), passou a ser disponibilizada pela Universidade da Flórida para pesquisa pela web http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/. A pesquisa por palavra pode ser feita pelo site da Google: site:http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/ palavra (<-substituir palavra pelo nome que deseja pesquisar). Nesse importante «jornal mais antigo em circulação na América Latina» encontramos anúncios sobre fotógrafos. Entre eles anúncios de 1866: http://goo.gl/jIXkpW.
O Instituto Moreira Salles mostra fotos antigas do Recife: http://goo.gl/i0MGz3 .
Porém, quais os primeiros arcoverdenses («olhodaguenses») fotografados?
A Fundação Joaquim Nabuco disponibilizou quase cinco mil documentos na «Coleção Francisco Rodrigues», com fotografias do século XIX e início do século XX: http://digitalizacao.fundaj.gov.br/fundaj2/. Também o portal Domínio Público dá opção para baixar fotos da coleção citada e de outras: http://goo.gl/Kw7X .



Os filhos de Budá em Roma: Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti (nascido em 1850), Leonardo Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti (1855), Antônio Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti (1851) e Francisco de Albuquerque Cavalcanti (1856). Foto Rinaldini. http://goo.gl/M6xc3Z.


Já foi abordado nesta seção em outras edições o tema sobre a família Arcoverde: http://goo.gl/H27zui ehttp://goo.gl/qZG2Pp . Mais fotos de século 19 da família Arcoverde: http://goo.gl/Z4Fb (tipo=imagem, título= Arcoverde).
Agora focamos a fotografia em nossa região. Quem foi o primeiro fotógrafo a se instalar em Arcoverde (século 20)?
Quem nos responde é Luís Wilson: «Foi Otaviano Zeferino Neves. Desde que veio para Rio Branco foi o fotógrafo de todos os meninos, de todas as moças, dos rapazes, de todos os batizados, de todos os casamentos e de todas as festas da cidadezinha». Continua Luís Wilson: «No dia 4 de junho de 1943 morre em Rio Branco Otaviano Zeferino Neves (Otaviano Neves), nosso primeiro fotógrafo de Rio Branco cerca de 23 anos. Ele chegara em 1920, vindo de São Sebastião do Umbuzeiro (PB), onde nascera em 22-8-1886. Sua cunhada, D. Amélia, ficara viúva, tenho a impressão que em 1919, de Silvio de Aguiar Campelo, proprietário da Padaria Confiança e de uma Mercearia em nossa atual Av. Cel. Antônio Japiassu, em Rio Branco. Depois da morte de Campelo, vendeu D. Amélia a Padaria Confiança a Manuel (Noé) Nunes Ferraz (recém-chegado de Vila Bela) e a Mercearia, a Euclides Arantes. Otaviano, fotógrafo e funcionário da nossa Prefeitura (administração Dr. Luís Coelho), era casado com D. Dorinha e são os pais de Hilda, Djanira (mais tarde, senhora Maurício Ferraz), Gracinha (que casou com Antônio Cadena), Berenice (também casada, com sucessão) e Zé Neves (25-3-1933 – 26-8-1967)» Município de Arcoverde (Rio Branco) Cronologia e outras notas. Luíz Wilson, 1982, pág. 160. Já na pág. 314 de Minha Cidade, Minha Saudade ele revela:
«Na década de 30, Dr. Luís Coelho recebia sempre a Sociedade, no clube “Independentes”, no dia do seu aniversário – 25 de maio. Era a maior festa do ano, em Rio Branco, na minha adolescência e no meu tempo de rapaz. Estavam sempre presentes, além de grande turma de Pesqueira... e ainda, entre muitos, Otaviano Neves, dedicado amigo do Dr. Coelho, até o dia de sua morte, ocorrida em Buíque (04-06-1943), onde estava a serviço de sua profissão de fotógrafo.
Nascido na fazenda “Santana”, município de São Sebastião de Umbuzeiro, na Paraíba, no dia 11 de dezembro de 1887, Otaviano foi para Rio Branco em 1919 ou 1920. Era filho de Manuel Zeferino Neves e de sua esposa, dona Sebastiana Gomes de Almeida Ferraz (tia do Cap. Vicente Gomes), pais, também, de Manuel Crispiniano, José, Olímpio, já falecido), Judith (também falecida), Maria e Crispim (este último, igualmente, falecido)».
Encontramos no livro 6 de óbitos (1943-1945) do registro civil de Arcoverde, sob n. 1568, fls.26/27 (imagem 37/247http://goo.gl/iyhmdY ) que ele faleceu em Buíque, com angina do peito, em 4 de junho de 1943 e foi sepultado no cemitério público de Arcoverde. Segundo o livro «Na sombra do juazeiro», o padre João Jorge Rietveld mostra que Otaviano Zeferino Neves era irmão de Crispiniano Neves. Este, nos anos 1935 a 1937, trabalhou como fotógrafo na então «Alagôa do Monteiro»):http://goo.gl/vI2ejc e http://goo.gl/9F3ccr .
«Seu» Crispim, como era conhecido, foi fotógrafo de muitas famílias, inclusive da minha. Tenho várias fotos que registraram o desenvolvimento dos meus familiares. Ele era casado com a sra. Alzira. Viúva, ela vendeu o acervo que sobrou das placas fotográficas para o Sr. Carlos Carvalho, hoje estabelecido em Recife (carlosvideoefotos@gmail.com ). Boa parte deste acervo já foi apresentada inclusive em ÍCONES. PATRIMÔNIO CULTURAL DE ARCOVERDE, livro de Roberto Moraes e CINE BANDEIRANTE. HISTÓRIAS QUE O VENTO NÃO LEVOU, de Fernando Figueiredo.
Outro fotógrafo que se destacou em Arcoverde foi Manoel Campos. Todo o seu acervo foi adquirido por José Campos Pereira («Biuzinho») que o repassou para Campercolor que, segundo ele, nada mais possui daquelas fotos.

Fotos à esquerda do acervo O. e C. Neves. À direita Jornal de Arcoverde (out.2013)



Edifício Ilitosa, onde funcionou o Banco do Povo, da Bahia... e funciona o Bradesco.


Cine Bandeirante, inaugurado em junho de 1947, permaneceu em atividade até 1983. Hoje lá funciona uma loja comercial.


1915 – Manuel de Siqueira Campos manda construir a Estrada de Triunfo a Rio Branco... Os automóveis em que viajaram a Triunfo o Dr. Manuel Borba, governador do Estado, e sua comitiva [para inauguração] (um dos quais do Cel. Delmiro Gouveia e outro do Dr. Romeu Pessoa de Queiroz), vieram até Rio Branco em um carro de nossa antiga “Great Western”. Município de Arcoverde (Rio Branco), 1982 – Luís Wilson, pág. 83.


Rua Alcides Cursino, até anos 60 era Augusto Cavalcanti (mais antigamente, rua do Cuscuz).


Rua Grande, rua do Comércio, rua João Pessoa, rua Cardeal Arcoverde, rua Cleto Campelo... atual Av. Cel. Antônio Japyassu.


Outro ângulo da Av. Cel. Antônio Japiassu, em mais uma imagem do acervo do Sr. Crispiniano Neves (Sr. Crispim).


ROSA BARROS CONSEGUE VITÓRIA NO TCU
A ex-prefeita de Arcoverde, Rosa Barros (PR), assessora especial do governador Eduardo Campos, teve por unanimidade, o Tribunal de Contas da União julgando regulares, com ressalvas, uma Tomada de Contas Especial realizada nas obras do Teatro de Arcoverde cuja construção foi iniciada durante a gestão dela.
O TCU  fez uma Tomada de Contas Especial, cujo relator foi o ministro Valmir Campelo. Ele julgou regular, com ressalvas, a prestação de contas da ex-prefeita e lhe deu plena quitação.

Segundo o advogado  Edilson Xavier, os recursos que ela recebeu do governo federal não foram suficientes para concluir a obra, porém 95% ficaram concluídas. O advogado, em contato com o nosso blog comemorou a decisão, quue para ele mostra que "um advogado sertanejo também pode obter vitórias em tribunais superiores".



SERRA TALHADA DEBATE JORNALISMO E MÍDIA DIGITAL DIA 06


TRANSNORDESTINA EM DEBATE NA CIDADE DE ARCOVERDE
Na próxima quinta-feira, a Átrios Consultoria e Negócios promove no auditório da AESA - Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde, um seminário sobe a construção da Transnordestina. Na oportunidade serão apresentados os novos negócios e desenvolvimento, além da negociação do projeto de lei de desoneração do ISS a onde a transnordestina vai passar.
Vão participar do seminário prefeitos de Arcoverde, Buíque, Flores, São Bento do Uma, Altinho, Custódia e Cachoeirinha. O encontro começa às nove da manhã. No próximo dia 15 de maio, a empresa Odebrecht deve estar abrindo uma frente de trabalho da Transnordestina em Arcoverde.

2 comentários:

  1. Oi, interessante, pois aqui em Pesqueiratambém temos o melhor blog de toda a região. Gostei desse. Aqui quem fala é Cristiano, publicitário, presença em todo o estado de Pernambuco, Recifense e atua em Pesqueira-PE há mais de 5 anos.

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